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Ney Piacentini
Palestra "O Ator Dialético"

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Ator, pesquisador e professor de teatro. Tem mestrado em Pedagogia Teatral e é doutorando, com pesquisa sobre o ator dialético, na Escola de Comunicação e Artes (ECA/USP). Publicou os livros EUGÊNIO KUSNET: DO ATOR AO PROFESSOR e STANISLAVSKI REVIVIDO (Org. com Paulo Fávari), além de artigos sobre atuação como ENSAIO SOBRE ENSAIOS (Revista ArtSesc). Integra o CEPECA - Centro de Pesquisa em Experimentação Cênica do Ator (ECA/USP) e o LAPCA - Laboratório de Processos de Criação Atorais (IA/UNESP). É ator da Companhia do Latão desde a sua fundação em 1997, tendo feito todas as peças do grupo, das quais se destacam: ENSAIO SOBRE O LATÃO (pelo qual foi indicado para o Prêmio Mambembe de 1997 de Melhor Ator Coadjuvante), O NOME DO SUJEITO (indicado para o Prêmio Mambembe de 1998 de Melhor Ator), O CÍRCULO DE GIZ CAUCASIANO (Prêmio Villanueva de 2007 de Melhor Espetáculo Estrangeiro em Cuba) e O PATRÃO CORDIAL (Prémio Questão de Crítica de 2013 de de Melhor Dramaturgia e Melhor Elenco). Em 2016 estreou o monólogo ESPELHOS, com direção de Vivien Buckup, que é a transcrição cênica integral dos contos homônimos O espelho, de Machado de Assis e Guimarães Rosa (Indicado ao Prêmio de Melhor Ator pela APCA - (Associação Paulista de Críticos de Arte).

Ex-presidente do Centro Brasil ITI - Instituto Internacional de Teatro - ligado à Unesco, de 2010 a 2016, foi também presidente da Cooperativa Paulista de Teatro, entre 2005 e 2013, onde idealizou e realizou diversos projetos, entre os quais a Mostra Latino - Americana de Teatro de Grupo. Em 2014, Piacentini ganhou o Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro - Categoria Especial - pela sua contribuição ao teatro paulista.

Iniciou sua carreira em 1979 na Universidade Federal de Santa Catarina e em Florianópolis fundou o Grupo A de Teatro, com o qual ganhou o Prêmio Bastidores (de 1982) de Melhor Espetáculo e Melhor Ator Infanto-Juvenil, pela criação coletiva VIRA E MEXE, também encenada em São Paulo em 1986. Foi ator e apresentador do Programa REVISTINHA da TV Cultura (Prêmio APCA de Melhor Programa Infanto-Juvenil de 1989 e 1990); participou de diversos filmes de curta e longa-metragens como TRABALHAR CANSA de Marco Dutra e Juliana Rojas e O QUANTO VALE É POR QUILO de Sérgio Bianchi, mas se estabeleceu no teatro. Dos mais de 50 espetáculos em que atuou, estão CREPÚSCULO DE UMA TARDE DE OUTONO (1991) de Friedrich Dürrenmattt, O LEGÍTIMO INSPETOR PERDIGUEIRO (1992) de Tom Stoppard, O catálogo de Jean-Claude Carrière, BUDRO (1994) de Bosco Brasil e UM CÉU DE ESTRELAS (1996) de Fernando Bonassi.